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PHP PDO: Como se conectar ao banco de dados

O PDO (PHP Data Objects) define uma interface de conexão a banco de dados leve e consistente para PHP. Há a possibilidade de utilização de diversos drivers de conexão que implementam a interface do PDO para

vários tipos de bancos de dados.

Como o PDO representa uma camada de abstração de acesso aos dados, as mesmas funções utilizadas para manipular dados ou recuperar informações do banco serão as mesmas, independentemente do banco de dados que esteja sendo usado.
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Como funciona o PHP – Curso PHP Iniciante #02

Como funciona o PHP? Como transformar meu computador em um servidor? Como funciona tecnologias server-side? Qual é a diferença entre tecnologias PHP, ASP, JSP e etc? A segunda aula do seu Curso de PHP do Curso em Vídeo vai responder a essas e muitas outras perguntas que normalmente são feitas por quem está iniciando seus estudos em PHP. Leia Mais

História do PHP – Curso PHP Iniciante #01

A Linguagem PHP começou em 1994, quando Rasmus Lerdorf resolveu criar um gerenciador de visitas para o seu site. Sua primeira criação não era uma linguagem, e sim uma ferramenta. Batizada de Personal Home Page, usava comandos simples inspirados da linguagem PERL. A segunda versão da ferramenta já permitia a manipulação de formulários e pequenos livros de visita: o Personal Home Page/ Forms Interpreter, ou PHP/FI. Essa versão ficou bastante popular e começou a se espalhar em 1995.
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6 DICAS DE FRONT-END PARA OTIMIZAR UM SITE RAPIDAMENTE

 

Ainda são poucos os programadores Front e Back-end que se preocupam com as boas práticas que podem fazer os seus sites conquistarem boas posições nos buscadores. Sabe-se que SEO é um trabalho contínuo, mas um site bem desenvolvido, seguindo práticas corretas de estruturação, acessibilidade e usabilidade, é fundamental no trabalho de otimização de um site. A seguir elencamos 6 dicas de SEO para Front-end. São ações simples e outras mais trabalhosas que serão fundamentais para o bom ranqueamento no Google e demais buscadores.

1- Webmaster tool

Você já deve conhecer essa ferramenta, ela é muito útil para disponibilizar informações sobre como o seu site está sendo visualizado pelo Google, informando possíveis erros ou falhas. Se você ainda não possui, para colocar no seu site é muito simples, basta você ir até a página http://www.google.com/webmasters/ e logar-se com sua conta Google. Depois, é clicar em adicionar o site, colocar a URL do seu site e escolher a melhor forma de verificação. O mais simples é caso você já tenha uma conta no Google analytics, se não, basta incluir a metatag à página inicial do seu site.

2- Títulos

Os títulos das páginas dos sites são muito importantes, elas comunicam tanto para os visitantes da sua página quanto para os mecanismos de pesquisa sobre o que aquela determinada página trata. Primeiramente, ela nunca deve ficar vazia, nem deve conter uma palavra genérica como “site”. Ela deve ter o nome da empresa e alguma descrição específica sobre o assunto que a página aborda.

A importância da tag title fica evidente se lembrarmos que quando um determinado site aparece nos resultados orgânicos de uma pesquisa, o conteúdo da tag title aparecerá na primeira linha dos resultados, portanto, seja descritivo mas sem embromação, um título muito longo poderá fazer com que o Google mostre apenas parte dele nos resultados de pesquisa. E nunca esquecendo de utilizar um título único para cada página.

3- Imagens

O Google adora imagens, é uma parte do conteúdo dos sites que cada vez mais faz parte dos resultados de busca. Mas é importante lembrar que o Google não possui “olhos” (verdade?), é preciso que o desenvolvedor Front-end faça sua parte. Primeiro, utilize nomes que descrevam a imagem. Um dos elementos que o Google utiliza para identificar a imagem é o nome do arquivo, portanto, nada de “ert00983.jpg”, se o site é um e-commerce de eletrônicos e a imagem é de uma televisão, coloque “televisao-lcd.jpg”.

Outro fator importante é com relação à tag alt. A tag alt é uma descrição do arquivo na qual, junto com o nome do arquivo, o Google utiliza para analisar e identificar as imagens. Infelizmente ainda tem alguns desenvolvedores que a deixam vazia ou pior, nem a colocam. Por último, e não menos importante, o contexto. Sempre contextualize as imagens, coloque-as perto do conteúdo na qual ela está relacionada.

4- Use a Metatag de descrição

A metatag de descrição <meta name=”description”> dá ao Google e aos outros mecanismos de pesquisa um resumo do assunto da página. Se o título da página consiste em uma palavra ou frase, a meta tag de descrição poderia ser uma frase ou duas ou até mesmo um breve parágrafo. A  Webmasters oferece uma seção de análise de conteúdo muito boa que informa sobre qualquer meta tag de descrição que estiver muito curta, longa ou duplicada.

Tenha uma descrição única para cada página. Caso você tenha milhões de páginas pode automatizar essa metatag a partir do conteúdo de cada página.

5- Tenha URLS Amigáveis

O Google tenta ler a URL para saber sobre o que a página se trata antes de ler o conteúdo do site. Agora imagina como seria difícil “entender” algo como www.dominio.com.br/index.php?det=219. 

Para começar, crie categorias e nomes descritivos para os documentos do seu site. Isso pode ajudar não só na sua organização, como também ocasionar um melhor rastreamento de seus documentos pelos buscadores, sem falar que proporciona links mais limpos e agradáveis para aqueles que desejam linkar para o seu site. Por fim, lembre-se que a URL de um site é exibida como parte de um resultado de pesquisa no Google. Se você deseja saber mais sobre URL amigável clique aqui.

6- Sitemap.XML

O sitemap.xml é um arquivo com informações sobre todas as páginas do seu site , desde localização, prioridade e frequência de alteração de conteúdo.  Criar e enviar um Sitemap ao Google ajuda a garantir que ele tenha conhecimento de todas as páginas do seu site, incluindo URLs que não seriam habitualmente encontradas por meio do processo normal de rastreamento e indexação das páginas. Para saber mais sobre Sitemap, clique aqui.

Essas foram as 6 dicas, mas existem outros itens importantes no momento de desenvolvimento que não podem ser ignoradas como evitar a utilização de Flash e Ajax. Em breve estaremos fazendo novos post sobre o assunto.

10 GRANDES SITES QUE FORAM FEITOS EM WORDPRESS

Atualmente o WordPress é o CMS mais utilizado do mundo, conheça alguns sites que podem lhe mostrar o potencial da plataforma.

O WordPress é atualmente o CMS (Content Management System) mais utilizado no mundo, e com sua disseminação, diversos sites começaram a utilizar a plataforma como base de seu desenvolvimento. Não se restringindo a pequenos sites institucionais, e muito menos a blogs pessoais, a plataforma é utilizado para a criação de grandes portais de notícias, sites de universidades e plataformas de crowdfunding. Leia Mais